quinta-feira, 10 de junho de 2010

12 de junho: Dia dos namorados

Vi essa matéria numa revista e resolvi postar algo semelhante; aqui estão algumas das histórias de amor mais conhecidas e bonitas de todos os tempos:

Romeu e Julieta



A obra foi escrita por William Shakespeare no século XVI e conta a história de dois jovens de famílias inimigas, os Capuleto e os Montéquio. Romeu e Julieta lutam por seu amor proibido, enfrentam todos os obstáculos e declaram-se apaixonados. Mas o final é trágico. Romeu se envenena ao descobrir Julieta adormecida, pois acha que ela está morta.A verdade é que ela mesma forjou seu próprio velório, para poder fugir com Romeu e ficar ao lado dele para sempre. Desavisado, ele acaba dando fim à sua própria vida.Ao despertar e vê-lo morto, Julieta também se suicida.

É triste mas certamente é a mais famosa história de amor de todos os tempos, dá-lhe Shakespeare!!!

Abelardo e Heloísa



A história real destes dois jovens apaixonados aconteceu em meados do século XII, na França. Ela era uma jovem de família tradicional e se interessou por um professor famoso, de nome Abelardo. Pediu ao seu tutor - o responsável legal por ela - que o amado fosse contratado como seu professor particular. E assim foi feito. Durante as aulas, os dois se aproximaram e começaram a viver um grande amor. Então, Heloísa engravida. Seu tutor, para limpar a honra da donzela, manda aleijar o malfeitor.A pobre garota se interna num convento.Abelardo a segue e passa a morar numa escola-mosteiro no mesmo local. Os dois se vêem diariamente mas não se falam, apenas trocam cartas e mais cartas com declarações apaixonadas. Morrem separados, mas são enterrados em túmulos vizinhos.

Tristão e Isolda



O romance de Tristão e Isolda foi escrito por Béroul, na França, no século XII. Ele era um homem muito corajoso e, para ganhar o amor da filha do rei, foi capaz de matar um terrível dragão que estava aterrorizando o povo. Por um engano, o feito foi atribuído a outro rapaz, com quem ela se casou por determinação de seu pai.Tempos depois, Isolda descobriu que Tristão era o verdadeiro herói da história e passou a encontrá-lo às escondidas. Os dois foram perseguidos e acabaram se separando. Momentos antes de morrer,Tristão pede a Isolda que vá visitá-lo. Mas ela chega tarde e o encontra morto. Morre também e os dois são enterrados lado a lado. No túmulo dela, mandam plantar uma roseira, e no dele, uma videira.As duas plantas crescem e se entrelaçam. Prova de que o amor é mais poderoso do que a morte.

Outras tragédias românticas,aff...deixe eu melhorar os casais desse post!

                                                               A Dama e o Vagabundo

Dama é uma cachorrinha de família chique e vive cercada de luxo e conforto.Vagabundo é um cão de rua acostumado a enfrentar todo tipo de perigo. Um dia, uma nova moradora resolve levar seus gatos para a casa onde vive a adorável cadela e ela passa a usar uma focinheira, por determinação de seus donos. Revoltada com a nova situação, ela foge e é atraída pelo charme irresistível de Vagabundo. Junto com seus amigos Joca, Caco e Peg, eles vivem muitas aventuras. Depois de tanta convivência, acabam namorando.As diferenças, nesse caso, só serviram para deixá-los ainda mais apaixonados.  Aeeee..eis uma história de amor com happy end!






Cleópatra e Marco Antônio.

Apesar de a descreverem como uma sedutora, Cleópatra era muito religiosa, tendo mesmo iniciado os estudos para ser sacerdotisa.
Sabia muita Matemática e falava muito bem nove línguas, para além de ser boa governante e muito popular entre o seu povo.

Casou com o seu irmão mais novo, Ptolomeu, e tornou-se a amante do general romano Júlio César. Depois da morte deste, outro general romano partiu para o Egipto para alargar o poder de Roma, Marco António.
Os dois apaixonaram-se e o seu romance escandalizou toda a sociedade romana e preocupou os seus políticos que temiam perder poder que tinham no Egipto. No entanto, apesar de tudo, Marco António e Cleópatra casaram-se e planearam a conquista de Roma. No ano 31 a.C., o general romano Octávio destruiu as forças militares do casal na batalha do Actium. Depois de ouvir o boato de que Cleópatra havia morrido, Marco António "caiu" sobre a sua espada. Sem esperanças, Cleópatra fez uma áspide (uma pequena serpente muito venenosa) mordê-la! Terminavam assim quatro mil anos do império dos faraós e o Egipto passou a ser uma província romana.

Adoro a história de Cleópatra, ainda farei um post bem interessante sobre sua biografia,pois há bastante controvérsias.



Eros(Cupido) & Psique

Vénus (a mãe de Eros/Cupido) estava com ciúmes da grande beleza de Psique, uma jovem mortal, e ordenou que o filho a castigasse. Mas, ao ver tamanha beleza, Eros apaixonou-se por ela. Algum tempo depois, Eros casou-se com Psique e ergueu um castelo com um belo jardim, onde ambos viveriam o seu amor. Como Eros era um deus e Psique, uma mortal, ela não podia olhar para o rosto do marido. Mas as suas irmãs, invejosas, acabaram por convencê-la a não aceitar essa ordem. Certa noite, Psique, curiosa, pegou numa lamparina e iluminou o quarto para ver Eros adormecido. Ao ver que ele era tão belo, ela deixou cair sobre ele uma gota do óleo da lamparina, acordando-o. Eros, então, teve de a castigar por tal acto. Partiu, levando consigo o castelo e o jardim, deixando Psique sozinha.
Psique, arrependida, decidiu lutar pelo seu amor e foi até ao templo de Vénus. A deusa da beleza deu-lhe, então, uma série de tarefas para cumprir, cada uma mais difícil do que a outra. Se Psique conseguisse realizá-las, teria de volta o amor de Eros.
Depois de cumprir quase todas as tarefas, Psique recebeu as instruções para uma última: nessa teria de descer até ao Hades (a terra dos mortos) e colocar um pouco da beleza de Perséfone, a esposa de Plutão, numa pequena caixa que lhe fora dada. Ela não podia abrir a caixa depois de cumprir a tarefa. Mas depois de fazer o que era preciso, sentiu-se, de novo, curiosa e acabou por abrir o cofre; este continha não a beleza, mas sim um sono mortal que a dominou. Quando Eros encontrou o corpo da esposa, ela já estava sem vida. Ele, então, valeu-se dos seus poderes divinos e retirou o sono mortal que
preenchia o corpo de Psique, depositando-o de volta na caixa. Ao ver o seu grande amor de volta à vida, ele decidiu perdoá-la, assim como fez sua mãe, Vénus. Os deuses, comovidos pelo grande amor de Psique por Eros, resolveram transformá-la numa deusa, para que ambos pudessem viver, por toda a eternidade, o grande amor que os unia.

Gosto tanto dessa lenda que já fiz um post há alguns anos atrás contando-a aqui.

www.vilarghi.blogspot.com/diadosnamorados-historiasfamosasdeamor







2 comentários:

jane disse...

Adorei o post!Bitoka.

Larissa disse...

Romeu e Julieta são eternos né?
Aliás todos ai que vc postou são histórias inesquecíveis,mas confesso que tbm melo-dramáticas,rsrsrsrs...bejim.